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Crítica

Crítica: Emily em Paris – 1ª temporada

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Mais uma série da plataforma de streaming Netflix, Emily em Paris é uma produção do diretor Andrew Fleming, mesmo criador de Sex and the city (1998), uma sitcom mais adulta que fez muito sucesso na época (para quem não conhece esse termo, é quando acompanhamos o cotidiano de alguns personagens).

Voltando para a história de Emily in Paris, Emily (Lily Collins) é uma jovem que possui o emprego dos sonhos e um relacionamento estável em Chicago, sua cidade natal, quando ela recebe uma proposta de emprego para trabalhar numa empresa de marketing em Paris, o que vai ocasionar vários perrengues, pois ela não fala francês e, além disso, há o preconceito dos franceses em cima dos americanos.

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A protagonista cria um Instagram, intitulado @emillyinparis, no qual ela documenta todos os desafios enfrentados por ela em Paris, conseguindo ganhar 15K de seguidores ao decorrer da série. Emily usa seu poder de influenciadora no trabalho que ela faz na agência francesa, mas Sylvie (Philippin Leroy-Beaulieu) fica claramente incomodada com as mudanças que a americana quer fazer na sua agência.

Sylvie, chefe de Emily, tinha muita inveja dela, pois a americana chegou mudando tudo na agência, fazendo com que Sylvie não a suportasse. Os estereótipos franceses que foram mostrados desde o início da série são muito exagerados, os colegas do trabalho da Emily fumam muito e são na sua maioria grosseiros, e o público francês não gostou nada disso.

Temos alguns personagens que são receptivos com a protagonista assim que ela desembarca em terras parisiense, como é o caso de Mindy (Ashley Park), uma chinesa (o que é ótimo para a representatividade) que se muda para Paris para fazer faculdade de Administração, mas acaba virando babá. Juntas elas formam uma amizade linda e sincera. Não podemos deixar de citar Gabriel (Lucas Bravo), vizinho e chef de cozinha, que ajuda a protagonista a se comunicar com as demais pessoas em francês. É claro que desde o começo que ele sente algo além de amizade por Emily.

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Um ponto negativo que quero citar é que não tem aprofundamento nenhum na família da protagonista, não sabemos como ela chegou na empresa que ela está, sendo tão bem-sucedida assim. O final da série fica em aberto, não tendo cara de ultimo episódio. Como a série ainda não foi renovada para a segunda temporada, isso pode ser ruim em caso de cancelamento.

Os figurinos de Emily in Paris são um caso a parte, sendo de responsabilidade de Patrícia Field, responsável pelos looks de O Diabo veste Prada (2006) e Sex and the city (1998). Em cada episódio os personagens vêm com um look mais babado do que o outro.

É uma série leve, engraçada, para ver num momento de descontração. Os 10 episódios de meia hora passam num piscar de olhos, porém ficam com um gostinho de quero mais.

Logo a seguir veja o trailer: 


Emily In Paris Series Poster 2 in 2020

Título: Emily em Paris
Título original: Emily in Paris
Lançamento: 2020
Temporada: 1ª Temporada, 10 Episódios
Direção: Andrew Fleming
Gênero: Comédia Romântica
Nacionalidade: EUA

Sinopse: Emily é uma jovem que têm o emprego dos sonhos e um relacionamento estável em Chicago, porém ela recebe uma proposta de emprego em Paris, quando ela se muda ela têm que enfrentar diversos obstáculos de comunicação e preconceito.

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