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Crítica

CRÍTICA: Alex Rider – 2° Temporada

A segunda temporada consegue ser perfeita para os fãs da série

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A primeira temporada de Alex Rider conseguiu surpreender pelo modo que o showrunner, Guy Burt, adaptou o arco de Point Blanc de um jeito que fez muitos pensarem que até que fazia sentido o serviço secreto britânico recrutar um adolescente para certas missões. Os livros de Anthony Horowitz conseguiam passar essa ideia, mas não com a intensidade do roteiro de Burt.

Dessa vez os produtores decidiram adaptar o arco de O Ataque À Águia, onde Alex Rider (Otto Farrant) não pode contar com o MI6 contra o bilionário Damian Cray (Toby Stephens). Deixar Alex sozinho tão cedo parecia uma decisão um tanto arriscada, mas no final acabou sendo muito importante para o desenvolvimento do personagem. Mais uma vez é preciso ressaltar o trabalho de Otto, que consegue fazer um equilíbrio entre o adolescente e o agente sem parecer forçado. Ele nasceu para ser Alex Rider.

Brenock O’Connor e Marli Siu também conseguiram se destacar como amigos e parceiros de Alex. Seus personagens são tudo que o jovem espião precisava para chegar mais perto de Yassen Gregorovitch (Thomas Levin) e da misteriosa organização Scorpia. A Eleventh Hour Films e Sony Pictures Television não economizaram nessa jornada. A direção e as partes mais técnicas de produção estão tão bem colococadas quanto os atores para dar ao espectador um bom divertimento, principalmente o público mais jovem que tem tudo para correr para as livrarias e comprar os livros.

O segundo ano de Alex Rider consegue ser tão bom quanto seu primeiro, com um final que fará muitos pensarem no que pode acontecer nas próximas temporadas. Burt se mostra cada vez mais como a pessoa certa para trazer à tona o trabalho de Anthony.

Assista ao trailer


Título: Alex Rider
Título original: Alex Rider
Ano de lançamento: 2020
Criadores: Guy Burt
Gênero: Espionagem
Nacionalidade: Britânica

Sinopse: Depois dos eventos de Point Blanc, Alex Rider (Otto Farrant) não consegue tirar Yassen Gregorovitch (Thomas Levin) da cabeça. Quando o assassino volta a Londres e o MI6 não acredita no garoto, o jovem espião não tem escolha a não ser ir à luta sozinho

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