RESENHA: A Parte Que Falta
16 mar

RESENHA: A Parte Que Falta

Resenhas

Victor Tadeu

Título: A Parte Que Falta
Autor: Shel Silverstein
Editora: Companhia das Letrinhas
Gênero: Infantil
Número de páginas: 112
SKOOB

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Sinopse: Com sua poesia hábil e sensível, Silverstein aborda neste livro a busca do autoconhecimento e da completude. A metáfora se dá por meio da história de um ser circular a quem falta uma parte. Otimista, ele se lança no mundo à procura de preencher esta lacuna. À medida que descobre o universo ao redor – e também a si mesmo –, percebe que as relações interpessoais são muito mais complexas e delicadas do que pensava e que a felicidade quase sempre está dentro de nós mesmos – e não no outro. Uma prova de que a liberdade é o maior bem que podemos possuir.

 

A Parte Que Falta, de Shel Silverstein foi publicado pela Companhia das Letras através do selo Companhia das Letrinhas, uma linha literária infantil, mas que também é recepcionada pelos jovens e adultos. Recentemente o livro foi o mais vendido na Amazon após a abordagem dele no canal JoutJout Prazer e hoje apontaremos alguns fatores sobre ele para vocês.

O livro foi publicado em 1976 e recebeu a sua primeira edição no Brasil em 2018, ele é recheado de ilustrações feitas pelo próprio autor e carrega uma história simples, sútil e objetiva. Nela iremos conhecer um ser rolante que está à procura da parte que lhe falta, ele rola pelo mundo com o objetivo de preencher aquilo que o deixa vazio e o leitor poderá conferir as curtas aventuras dele.

Enquanto fazemos a leitura do livro são introduzidas a nós várias lições de vidas — clique aqui para conhecê-las —, provavelmente cada leitor terá uma visão diferente com todo o contexto dessa história, pois, tudo é baseado de acordo com a sua idade, experiência de vida e convívio social. Por isso, muitas pessoas estão fazendo a leitura dele repetitivamente com o intuito de captar todas as mensagens possíveis passadas na história.

É muito importante lembrar que essa obra é infantil, só que é válida para qualquer pessoa, mas saiba que uma criança não terá a mesma visão de um adulto, pois já fizemos essa experiência com duas meninas de idade diferentes — 8 e 11 anos —, elas adoraram conhecer o ser rolante, mas não conseguiram entender a mensagem complexa/visível que uma pessoa de mais conhecimentos teria. Ou seja, não indique para uma criança ou pré-adolescente com o intuito de induzir a mesma mensagem que você teve, provavelmente não funcionará.

Diante de uma história tão singela e emocionante, sentimos que a leitura desse livro é muito essencial em escolas durante a educação e incentivo literário dos pequenos. Chegamos a essa conclusão por diversos motivos, mas o mais interessante é pelo fato de haver um balanceamento de textos e ilustrações ideais, pois crianças gostam de ter contato visual enquanto aprendem algo, principalmente para compartilhar com os amigos.

A ilustração de A Parte Que Falta foi feita pelo Shel Silverstein, apesar de utilizar traços simples e compreensíveis, o autor e ilustrador aparentemente teve um intuito muito legal durante a criação. A pessoa que fizer a leitura tem a livre e espontânea vontade de idealizar o ser rolante da forma que quiser, algumas pessoas fazem a semelhança de um pac-man — existe uma teoria bacana — e isso é outro contato incrível que as crianças podem ter com a obra, com as imaginações aguaçadas elas podem deduzir da forma que quiser.

Infelizmente o autor faleceu em 1999, mas, por outro lado, deixou uma história incrível para muitas pessoas usufruírem, por isso, recomendamos a leitura de A Parte Que Falta para todas as pessoas desse mundo, independente de qualquer requisito, além disso, também indicamos vocês conferirem os 5 motivos para fazer a leitura desse livro. — clique aqui para acessar .— Então… Será que o ser redondo achou a parte que lhe falta?

Essa resenha carrega uma estrutura diferente por ser um livro infantil.
Clique aqui para ler a resenha do livro A Parte Que Falta Encontra o Grande O.

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