Renata Christiny libera trecho impactante de “Minhas Três Primaveras”; Leia!
29 nov

Renata Christiny libera trecho impactante de “Minhas Três Primaveras”; Leia!

Notícias

Victor Tadeu

Renata Christiny, escritora da trilogia Não Conte a Ela, está apostando em seu lançamento bastante impactante chamado Minhas Três Primaveras, cuja história conta a vida de uma mulher passando pelos piores momentos da sua trajetória na terra.

Disponível na Amazon em e-book — clique aqui para adquirir —, o título está cativando e surpreendendo cada vez mais os leitores da escritora, aparentemente esse será mais um sucesso de Renata Christiny. Minhas Três Primaveras foi lançado em outubro deste ano e carrega ótimas avaliações na plataforma que está sendo comercializado.

Como de praxe, utilizando as redes sociais para comunicar e interagir com seus leitores, a autora compartilhou um trecho do livro em alguns grupos literários do Facebook. Abaixo você pode fazer a leitura do trecho, mas é válido lembrar que a obra é recomendada para maiores de 18 anos e carrega inspirações em casos reais.

Leia o trecho;

“Enrico me contemplou com olhos calorosos, um sorriso malicioso se abriu em seus lábios. Ele estava com um semblante voraz e eu sabia que sua calça tinha ganhado um volume extra no meio das pernas.

— O que está esperando? Você não pretende entrar assim no banho — brincou. É claro que ele estava achando engraçada a minha falta de jeito.

— Não me faça fazer isso…por favor — implorei, abraçando a mim mesma. Quanto mais quente eram os olhos de Enrico em meu corpo, mais enjoada eu ficava, quase que com vontade de vomitar.

— Está com vergonha do seu próprio marido? — sua voz era um sussurro, baixa como se ele falasse de muito distante. Encurtou nossa distância e foi com suas mãos em meus ombros nus. — Você sempre quis se entregar para mim, ansiava ter minhas mãos acariciando seu corpo. Agora estou aqui…Ah, você é tão linda. — Suas mãos desceram até as minhas e entrelaçou seus dedos nos meus. Uma lágrima improvisada rolou por meu rosto. O horror foi tomando conta de mim gradualmente.

— Não…por favor…Enrico… — engasguei com o choro — Eu faço o que você quiser… — Agora era sua boca que tocava a minha pele; beijou primeiro o meu rosto, suavemente, depois desceu por meu pescoço, beijou molhado e com desejo enquanto eu chorava adoecida e com medo. Tê-lo me acariciando daquela forma, era mais assustador que tudo.

— Pare, Enrico, pare — falei entre lágrimas e o empurrei. Seu corpo sequer moveu. Minha respiração estava sem ritmo e constante, minha consciência estava certa do que iria acontecer ali dentro. A situação era profundamente perigosa. Enrico estava absurdamente excitado, cada gota de lágrima minha o deixava ainda mais seduzido. Ele também estava surdo.

— Tire esses panos, ande logo, meu bem — sua mão foi em minha calcinha, tentando arrancá-la violentamente —, eu quero olhar pra você.

— Não faça isso comigo, eu estou implorando — agarrei seus pulsos com toda força que ainda tinha, tentei impedi-lo de abusar-me ainda mais.

Ele tinha cheiro de desejo, cheiro de loucura, cheiro de assassino. Meu marido estava cego pelo prazer, já não me via como uma mulher, me via como um objeto para saciar suas sandices. Eu olhei em seus olhos procurando pelo homem que um dia amei, não encontrei nada, nada além de uma alma vazia e inumana.

— Eu só quero tocar em você, querida. Só quero te tocar — puxou seus braços que eu ainda segurava, me obrigando a largá-lo.

Chorei mais um pouco.

Ele voltou com suas mãos para minha calcinha. Eu ouvi quando o tecido estralou em um rasgo sem conserto.

— Ah, sim, agora sim. — Enrico suspirou com satisfação e volúpia. Minha respiração quente subia e descia pela garganta, havia uma mistura de sentimentos em mim, estava envergonhada e com uma raiva ardente.

Usei minhas mãos para tapar minha nudez.

— Não coloque suas mãos imundas aí.

Imunda. Seja imunda. Seja porca.

Essa seria minha arma? Humilhar-me um pouquinho mais?

Não há saídas.

Então eu fiz. Voltei a ser criança e me sujei com minha própria urina.“

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