Como identificar um Serial Killer
07 maio

Como identificar um Serial Killer

Coluna, Serial Killers

Victor Tadeu

Infelizmente assassinatos estão cada vez mais frequente em vários lugares do mundo, a criatividade no momento de assassinar uma pessoa vem surpreendendo muita gente de acordo com o plano e/ou criatividade portada pelos assassinos. Devido aos indesejáveis casos de desastres partida pelo ser humano, uma grande parte da população norte-americana adotou o estranho gosto por acompanhar assassinos cometendo os seus terríveis crimes.

Em 2002 jornais, rádios e programas de televisão cobriam incansavelmente os chamados Ataque a Tiro em Washington D.C, foi nesse momento drástico que os especialistas descobriram o gosto peculiar e decante cultural das pessoas pela tragédia do próximo. A situação ficou ainda mais grave quando artistas começaram a produzir ilustrações narrando cenas de assassinatos por puro interesse comercial, para alimentar o gosto do horror macabro pelos norte-americanos.

Apesar de muitas pessoas portarem esse desejo gore por assassinatos, muitas delas não sabem reconhecer a diferença de um assassino para um serial killer e suas adjacências. Há muitos anos existiam serial killers, mas eram reconhecidos como Serial Murderer (homicida em série) e foi ligeiramente alterado para Serial Killer (assassino em série) por Ressler em 1970. Alguns pesquisadores comprovaram que a expressão Serial Killer não fora criado por ele, mas foi Ressler que tornou o termo popular.

Quando falamos de definições sempre esperamos algo objetivo e simples para ser caracterizado com facilidade, mas esse não é o caso da definição da FBI diante dos Serial Killers. Segundo o Manual de Classificação de Crimes, da FBI em 1992 para uma pessoa ser definida como Serial Killer ela deve ter cometido três ou mais assassinatos em três ou mais locais diferentes, além disso, tem que haver um breve ou longo prazo de evento para evento.

Essa definição pode ser mais confusa e controversa do que parece, pois vários assassinos cometem crimes que estão enquadrado nessas características, mas nenhum deles apresentam aspectos de um Serial Killers, como: matadores de aluguel, foras da lei do Velho Oeste, terroristas e entre outros. Tentando ajustar os pequenos erros da FBI o Instituto Nacional de Justiça dos Estados Unidos deixou a definição um pouco mais flexível. “Uma série de dois ou mais assassinatos cometidos como eventos separados, geralmente, mas nem sempre, por um criminoso atuando sozinho. Os crimes podem ocorrer durante um período de tempo que varia de horas a anos. Muitas vezes o motivo é psicológico e o comportamento do criminoso e as provas materiais observadas nas cenas dos crimes refletem nuanças sádicas e sexuais”, National Institutes of Justice.

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